


Ana Maria Melo Negrão – Presidente (Cadeira 08)
Flávio Antônio Quilici – Vice-Presidente (Cadeira 05)
Marino Di Tella Ferreira – Primeiro Secretário (Cadeira 38)
Germano Denisale Ferreira Júnior – Segundo Secretário (Cadeira 29)
Maria Cristina de Oliveira – Primeiro Tesoureiro (Cadeira 03)
Romilda Aparecida Baldin – Segundo Tesoureiro (Cadeira 39)
Sérgio Eduardo Montes Castanho – Diretor de Biblioteca (Cadeira 31)
Adilson Roberto Gonçalves – Diretor de Patrimônio (Cadeira 07)
Ítalo Hamilton Barioni – Diretor de Divulgação e Relações Públicas (Cadeira 28)
Agostinho T. Tavolaro – Diretor de Relações Internacionais (Cadeira 40)
A palavra é ponte, é raiz, é voo. Por meio dela construímos mundos, revelamos emoções e eternizamos memórias. O trabalho é mais do que tarefa: é criação, é suor que se transforma em obra, é gesto que constrói futuro. Ele pode ser árduo, mas também é fonte de beleza, dignidade e realização. É no trabalho que se revelam histórias, que se forjam sonhos e que se escreve, silenciosamente, a poesia da vida cotidiana.
Para celebrar a força da palavra, incentivar novos talentos e comemorar o aniversário de 40 anos do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT15), em parceria com a Academia Campinense de Letras (ACL) que completa 70 anos este ano, temos a alegria de anunciar a abertura pública do Concurso Literário “Prosa 40 anos do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região: agente de desenvolvimento e construção da cidadania”.
Convidamos escritores, poetas e amantes da literatura a participarem com uma crônica, deixando que suas vozes ecoem e inspirem.
O termo Campinense é, segundo a acadêmica e presidente Ana Maria Melo Negrão, um adjetivo gentílico pátrio. O adjetivo quando se atém a demonstrar a origem das pessoas e das coisas recebe um sufixo. Em princípio, o sufixo “eiro” é utilizado para indicar profissão, como em mineiro, padeiro, açougueiro, sapateiro
Portanto, o termo campineiro seria aquele que trabalha no campo, nas campinas.
No entanto, quando a ACL foi fundada, o professor Francisco Ribeiro Sampaio entendeu que o termo “campineiro” é utilizado em uma linguagem mais simples. Em uma linguagem mais literária, em um português mais castiço, o correto seria o uso do termo “campinense”.
Ainda segundo a acadêmica, tudo isso causou uma controvérsia muito grande na época da fundação da ACL pois há uma cidade paraibana chamada Campina Grande que já eternizou para seus habitantes o adjetivo “campinense”. A polêmica se deu diante do fato de que quando o substantivo próprio é composto por dois nomes, o sufixo acompanha o segundo termo. Assim, em Campina Grade, o sufixo corretamente utilizado ficaria Campina Grandense, e não “Campinense”.
Assim, para Campinas o termo utilizado pode ser o Campinense, mas nada impede de ser utilizado, como uma opção, o termo Campineiro. Foi escolhido o termo “Campinense” por ser mais literário, mais nobre, mais castiço.